Blog experimental da disciplina Ética Politica e Sociedade, ministrada pela professora Lívia Cristina Guimarães, do curso Engenharia de controle e automação, Faculdade Pitágoras-Betim- 2013-1

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O PRECONCEITO MOSTRADO NA TELA DO CINEMA








INDICO O FILME ABAIXO PARA A REFLEXIÇAO ,QUEM QUIZER ASSISTIR NÃO VAI ESTAR PERDENDO TEMPO
Quase Deuses é um filme escrito pelos roteiristas Peter Silverman e Robert Caswell, dirigido pelo experiente diretor Joseph Sargent e produzido pelos estúdios HBO e Nina Saxon Film Design, lançado em 2004. O resumo do longa-metragem conta a história de dois homens que se arriscam e desafiam regras que eram impostas em sua época para uma revolução médica.

Quase Deuses na época foi indicado ao Globo de Ouro, melhor filme e a indicação para o ator Mos Def. Também podemos ver no longa-metragem um tom de racismo muito forte entre os personagens e comum nos Estados Unidos.
FONTE:
http://situado.net/resumo-do-filme-quase-deuses/


domingo, 19 de maio de 2013

Como ética tem tudo a ver com os valores morais e princípios ideais do comportamento humano, fico me perguntando aonde está a ética de alguns governantes e de alguns habitantes da cidade de Betim, pois a situação em algumas regiões é deplorável , como pode ser visto nas fotos abaixo retiradas no dia 06/05/2013, no centro de Betim para a disciplina de Ética, Política e Sociedade ministrada pela professora Lívia Cristina Guimarães - Curso de Engenharia de Controle e Automação, Faculdade Pitágoras - Betim


Lixo nas ruas


Porta de comércio depredada


Rua com "buraco" sinalizado de forma perigosa


Calçadas com divisões destruídas


Muito lixo nas ruas de Betim



Sem lugar certo para armazenar o lixo no centro de Betim, comerciantes colocam todo o lixo nas ruas que são bem movimentadas.


Muito lixo nas ruas de Betim



Sem lugar certo para armazenar o lixo no centro de Betim, comerciantes colocam todo o lixo nas ruas que são bem movimentadas.


VOCÊS SABIAM DO AUXÍLIO RECLUSÃO?



1992_441745872561527_1175367911_n
Bandido com 5 filhos, além de comer e beber nas costas de quem trabalha, comandar o crime de dentro das prisões ainda recebe auxilio de R$ 3.760,60.
Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suado igual???
000pjm
563219_2967155795834_1735608611_n
QUE PAÍS É ESSE???
VOCÊS SABIAM DO AUXÍLIO RECLUSÃO?
(… e vamos lá pessoal… não deixem de cantar o Hino Nacional, pelo menos 15 vezes ao dia…)
Vocês sabiam que todo presidiário com filhos tem uma bolsa que, a partir de 1/2/2009, é de R$ 752,12 por filho, para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso?
(Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS)
CONFIRA NO SITE DA PREVIDÊNCIA:
Auxílio-reclusão.
Leia e medite.
A – Pergunta que não quer calar 1 :
Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso recebem uma bolsa de R$752,12 por filho, para seu sustento?
B – Pergunta que não quer calar 2 :
Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?
É por essa e outras que a criminalidade não diminui… Ela dá lucro!



sábado, 4 de maio de 2013

Preconceito com pessoas que tem sindrome de down


Eles tem muitos problemas ,não precisa desse "o preconceito",







Rejeição em casa e no mercado de trabalho

Na maioria das vezes, o preconceito contra quem tem Síndrome de Down começa em casa. A assistente social revela que há pais que, principalmente das classes mais abastadas, escondem seus filhos portadores de necessidades especiais com medo dos comentários do meio social. "São como animais criados em cativeiros", repudia.

A especialista explica que essa rejeição familiar causa traumas ainda maiores e prejudica o desenvolvimento dos portadores. Segundo ela, na maioria das vezes a família aceita a situação porque se trata de um filho. "A aceitação é muito difícil porque todos querem ter filhos perfeitos."

Essa perfeição buscada pelos familiares de quem tem Down, segundo ela, é algo impossível porque todos os seres humanos têm limitações. A assistente social orienta que os portadores da síndrome não sejam excluídos da afetividade nem da sociedade

Se na família o preconceito é grande, no mercado de trabalho a situação é ainda pior. Não há um único caso de Síndrome de Down trabalhando nos órgãos públicos ou em empresas privadas do Acre.

A falta de oportunidade de trabalho é creditada pela assistente social à insensibilidade dos empresários acreanos, "que agem com preconceito e sem visão global de gerar empregos".

Habilidoso com os trabalhos manuais, Francisco das Chagas da Silva Garcia, 25, furou o bloqueio e trabalhou durante poucos meses como garçom num hotel da cidade. Saiu porque os outros colegas zombavam da sua condição e mostravam revistas masculinas a ele. "Saí porque sou evangélico e não gosto de ver mulher pelada. Mas estou atrás de emprego para comprar roupa, sapato e um celular para minha mãe me encontrar quando quiser", explica.

 FONTE:

blogdaje.com
saudemedicina,com
perguntasparvas.blogs.sapo
/sindromededown02.pbworks.com

sexta-feira, 3 de maio de 2013

MISOGINIA, QUE ÓDIO É ESSE?

Misoginia é o ódio ou desprezo ao sexo feminino (mulheres ou meninas). A palavra vem do grego misos (μῖσος, "ódio") e gyné (γυνή, "mulher"). É paralelo à misandria, o ódio para com o sexo masculino. Misoginia é o antônimo de filoginia, que é o apreço, admiração ou amor pelas mulheres. A misoginia é por vezes confundida com o machismo e com o androcentrismo, mas enquanto que a primeira se baseia no ódio ou desprezo, o segundo fundamenta-se numa crença na inferioridade da mulher e o último com a desconsideração das experiências femininas perante o ponto de vista masculino.

Michael Flood define a misoginia como o ódio às mulheres, e observa:

"Embora mais comum em homens, a misoginia também existe e é praticada por mulheres contra outras mulheres ou mesmo elas próprias. A misoginia funciona como uma ideologia ou sistema de crença que tem acompanhado o patriarcado ou sociedades dominadas pelo homem por milhares de anos e continua colocando mulheres em posições subordinadas com acesso limitado ao poder e tomada de decisões. [...] Aristóteles sustentou que mulheres existem como deformidades naturais e homens imperfeitos [...] Desde então, as mulheres em culturas Ocidentais tem internalizado seu papel como bodes expiatórios da sociedade, influenciadas no século 21 pela objetificação das mesmas pela mídia com seu auto-desprezo culturalmente sancionado e fixações em cirurgia plástica, anorexia e bulimia."




FONTE DA IMAGEM: http://www.revistaleia.com/site/pagina_interna.asp?nID=5827&tp=1

SEXISMO, PRECONCEITO DE GÊNERO

 
(...) O termo sexismo se refere a um conjunto de idéias ou ações que privilegiam um dos gêneros — masculino e feminino — ou uma orientação sexual, em detrimento de outro gênero ou de outra opção sexual. O sexismo pode ser machista, feminista ou homofóbico. Ideias sexistas partem sempre de generalizações sobre determinados comportamentos que têm origens no confronto entre nosso ser biológico e nosso ser cultural. A união entre esses dois bichos, visceral e cultural pode ser mesmo engraçada, fala de nosso desenvolvimento ou subdesenvolvimento psíquico, mas há muito o que fazer para além do sexismo quando os publicitários descobrirem que o ser humano pode ser engraçado por ser humano, por ser um animal moral, independente do que tenha ou não no meio das pernas e como extrai prazer disso. A publicidade tem a pegada errada nessas piadas gagás e evidentemente conservadoras porque o sexismo visa fortalecer estereótipos contra nós mesmos e multiplicar preconceitos em quem já os cultiva inconscientemente, doentiamente e, infelizmente, nos inocentes em frente à TV. (...)
Baseando-se neste texto pode-se entender que o SEXISMO é o preconceito ou ato discriminatório visto como tratamento indigno a um determinado gênero, ou ainda à determinada identidade sexual. Há uma ideologia pregada para definir ou entender a disseminação do sexismo: Um sexo é superior ao outro. É nessa ideia que a prática deste preconceito se baseia.  Como exemplo disso vê se as ideias de homens contra mulheres e vice-versa, machismo e o femismo ou feminismo, assim como também destes contras relações homoafetivas.

Tomando por base apenas o machismo e o feminismo, pode-se discutir que é  bem da verdade que homem e mulher são profundamente diferentes, mesmo além de diferenças biológicas, e essas diferenças acabam se refletindo em aspectos sociais como o direito e a linguagem. Como, por exemplo, dizer que mulher pode se arrumar, ir ao salão, fazer as unhas e, no caso do homem, isso se torna estranho para muitos, tanto na opinião das mulheres, quanto na dos próprios homens; lembrando que sem generalização. Outro caso que se pode ter como ilustração é o de que o homem é quem deve pagar a conta, trabalhar fora e tomar conta das dívidas de casa e a conta no restaurante, visto pelos mesmos e até por algumas como cavalheirismo, e que ele tem que ganhar maior salário que ela, que o seu lugar é em casa cuidando de seus afazeres e dos filhos.  Esta última, é claro, na opinião de quase a maioria dos homens e contrário ao que elas pensam, levando em conta apenas o fato ser homem, “forte”, “viril”, e não a competência e ou a produtividade, por exemplo.

Em relação ao preconceito contra os homens, diferencia-se do machismo por ser mais consciente e pretensamente racionalizado, ou seja, há um movimento criado e planejado com o intuito de mostrar o que é, uma luta por direitos, ao passo que o machismo é muitas vezes um comportamento de imitação social, começou e foi se disseminando até hoje. Neste caso o sexismo muitas vezes está ligado à misoginia (ódio às mulheres), por se acreditar, na opinião de alguns homens, ou a maioria, de elas são frágeis, inferiores e se querer concretizar a ideia animal da dominação do macho sobre a fêmea.


FONTE DA SEGUNDA IMAGEM: evoluciencia.blogspot.com