Blog experimental da disciplina Ética Politica e Sociedade, ministrada pela professora Lívia Cristina Guimarães, do curso Engenharia de controle e automação, Faculdade Pitágoras-Betim- 2013-1

sexta-feira, 3 de maio de 2013

SEXISMO, PRECONCEITO DE GÊNERO

 
(...) O termo sexismo se refere a um conjunto de idéias ou ações que privilegiam um dos gêneros — masculino e feminino — ou uma orientação sexual, em detrimento de outro gênero ou de outra opção sexual. O sexismo pode ser machista, feminista ou homofóbico. Ideias sexistas partem sempre de generalizações sobre determinados comportamentos que têm origens no confronto entre nosso ser biológico e nosso ser cultural. A união entre esses dois bichos, visceral e cultural pode ser mesmo engraçada, fala de nosso desenvolvimento ou subdesenvolvimento psíquico, mas há muito o que fazer para além do sexismo quando os publicitários descobrirem que o ser humano pode ser engraçado por ser humano, por ser um animal moral, independente do que tenha ou não no meio das pernas e como extrai prazer disso. A publicidade tem a pegada errada nessas piadas gagás e evidentemente conservadoras porque o sexismo visa fortalecer estereótipos contra nós mesmos e multiplicar preconceitos em quem já os cultiva inconscientemente, doentiamente e, infelizmente, nos inocentes em frente à TV. (...)
Baseando-se neste texto pode-se entender que o SEXISMO é o preconceito ou ato discriminatório visto como tratamento indigno a um determinado gênero, ou ainda à determinada identidade sexual. Há uma ideologia pregada para definir ou entender a disseminação do sexismo: Um sexo é superior ao outro. É nessa ideia que a prática deste preconceito se baseia.  Como exemplo disso vê se as ideias de homens contra mulheres e vice-versa, machismo e o femismo ou feminismo, assim como também destes contras relações homoafetivas.

Tomando por base apenas o machismo e o feminismo, pode-se discutir que é  bem da verdade que homem e mulher são profundamente diferentes, mesmo além de diferenças biológicas, e essas diferenças acabam se refletindo em aspectos sociais como o direito e a linguagem. Como, por exemplo, dizer que mulher pode se arrumar, ir ao salão, fazer as unhas e, no caso do homem, isso se torna estranho para muitos, tanto na opinião das mulheres, quanto na dos próprios homens; lembrando que sem generalização. Outro caso que se pode ter como ilustração é o de que o homem é quem deve pagar a conta, trabalhar fora e tomar conta das dívidas de casa e a conta no restaurante, visto pelos mesmos e até por algumas como cavalheirismo, e que ele tem que ganhar maior salário que ela, que o seu lugar é em casa cuidando de seus afazeres e dos filhos.  Esta última, é claro, na opinião de quase a maioria dos homens e contrário ao que elas pensam, levando em conta apenas o fato ser homem, “forte”, “viril”, e não a competência e ou a produtividade, por exemplo.

Em relação ao preconceito contra os homens, diferencia-se do machismo por ser mais consciente e pretensamente racionalizado, ou seja, há um movimento criado e planejado com o intuito de mostrar o que é, uma luta por direitos, ao passo que o machismo é muitas vezes um comportamento de imitação social, começou e foi se disseminando até hoje. Neste caso o sexismo muitas vezes está ligado à misoginia (ódio às mulheres), por se acreditar, na opinião de alguns homens, ou a maioria, de elas são frágeis, inferiores e se querer concretizar a ideia animal da dominação do macho sobre a fêmea.


FONTE DA SEGUNDA IMAGEM: evoluciencia.blogspot.com


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