O combate ao (próprio) preconceito é uma luta constante, que precisamos travar a cada contato, a cada nova amizade, a cada conversa, a cada decisão. Como vimos nessa reportagem, o preconceito é uma herança milenar da humanidade e, provavelmente, ainda levaremos milênios para conseguir eliminar totalmente este sentimento de nossas mentes e corações (se é que isso é realmente possível).
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Foto: Divulgação
Todo mundo pode fazer alguma coisa para ajudar a combater o preconceito. Quem dá o recado é a rapper Atiely Santos, que desde pequena luta para conscientizar as pessoas por meio da sua arte. Sua mais recente iniciativa é o CD virtual Hip Hop mandando fechado em saúde e sexualidade, no qual se junta ao grupo Minas da Rima e chama a atenção da galera para o problema do preconceito contra a mulher. Todas as músicas do CD podem ser baixadas de graça no site oficial do disco. |
Formiga chama a atenção para a importância de se abordar o assunto com coerência em casa. “Se o pai não toma posição nas tarefas domésticas junto com a mãe e simplesmente chega em casa e pede para a mulher pegar uma cerveja, o filho vai assimilar isso.” Da mesma forma, lembra ele, quem presencia um ato de discriminação na escola, na rua ou na tevê, e não tem espaço em casa para debatê-lo e entendê-lo, tem tudo para adotar o comportamento preconceituoso como certo. “Quem sabe, se isso acontecer, mas somente se isso acontecer, poderemos ver esse mal eliminado em duas ou três gerações,” finaliza Antunes.
FONTE: http://www.educacional.com.br/reportagens/preconceito/dapraacabar.asp

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